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Curso de inglês: devo investir ou não?

Curso de inglês, devo investir ou não?
Não é de se notar que a língua inglesa faz parte de nosso dia a dia, não é verdade? Não chega a ser expressamente algo no qual temos que obedecer à leis e regras gramaticais que venham a fazer parte de nossa língua oficial, porém, por questões de maior necessidade, a língua inglesa nos leva ao seu uso para nos expressarmos através de aspectos sociais, culturais, comportamentais, comerciais, e por aí vai…

A saber disso, o inglês nos aparenta estar sempre à frente de outras línguas no processo evolutivo das demais línguas faladas mundialmente. É muito difícil em nosso cotidiano não mencionarmos alguns termos da língua inglesa quando dialogamos, mesmo de categoria formal ou informal. Temos alguns exemplos básicos como OK, fast food, cookies, ketchup, videogame, mix, spray, heavy metal, internet, freezer, flashback, bank, ticket, brother, backup, jeans, show, site, hot dog, smartphone e por aí vai…

Conhecemos este processo como “estrangeirismo linguístico”, onde, de forma inconsciente pode se dizer de passagem, falamos estas expressões inglesas que nos ajudam a expressar o que pensamos, sentimos, etc…

Diante disso, você leitor pode pensar;
– “Então por que devo me matricular em uma escola de inglês? Por quê pagar caro em algo que eu vejo todo dia diante de meus olhos?”

Infelizmente se engana quem pensa desta maneira, pois, o curso de inglês tem como princípio fazer com que o aluno aprenda a elaborar frases que se encaixem com estas “palavras soltas” que fazem parte do estrangeirismo. São bases de ensino pertinentes a construção de frases que obedecem a regra gramatical oficial da língua em questão.

Sem falar que em todo este processo linguístico existe uma “via de mão dupla”, que vale trazer à luz do assunto em questão caro leitor; que além do “Estrangeirismo” existe o “Aportuguesamento”, no que consiste a adaptação de nossa grafia e fonética para as palavras
estrangeiras.

Seguem exemplos de aportuguesamentos;
BALÉ (Ballet), BIQUINI (Bikini), UÍSQUE (Whisky), SUTIÃ (Soutien), SANDUÍCHE (Sandwich), QUITINETE (Kitchenette), CRÍQUETE (Cricket). Para concluirmos o assunto em questão, vale lembrar que todo este processo de aprendizagem em uma escola de inglês nos beneficia para o tão almejado nível denominado “FLUENTE”. A questão da fluência ao falar uma língua estrangeira nada mais é do que expressar-se sem “travamentos” ao falar e também ter sentido em cada frase dita, baseado nas regras gramaticais da língua inglesa. Um adendo importantíssimo neste processo todo de aprendizagem não é apenas saber uma palavra ou expressão, mas se possível, saber sua origem, sua história, etc… Por isso, não hesite em se matricular em uma boa escola de inglês.

Prof. Helio Silva



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